Benditos os que possuem amigos, os que os têm sem pedir
Porque amigo não se pede,não se compra nem se vende,amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigosos que falam com o olhar
Porque amigo não se cala
Não questiona, nem se rende
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigosos que entregam o ombro pra chorar
Porque amigo sofre e chora,amigo não tem horapra consolar!
Benditos sejam todos os amigosque acreditam na tua verdadeou te apontam a realidade
Porque amigo é a direção,é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigosde raízes, verdadeiros
Porque amigos são herdeirosda real sagacidade
Ter amigos...é a melhor cumplicidade
Anônimo
domingo, 28 de setembro de 2008
POIS ME BEIJARAM A BOCA E EU VIREI POETA
Pois me beijaram a boca e eu virei poeta
Beijo que selou minha alma, cálido , profundo
Trazendo meus verbos para o mundo,
Assim escrevo os meus rabiscos
Tornando sentimentos em tortos riscos
E me encontro com eles quando os vejo
Leio, reflito e vejo parte do meu espelho...
Pois me beijaram a boca e eu virei poeta
Jogando minhas letras pelo universo,
O amor nem sempre estando por perto
Seguia encantando alma e corações
Despertando ódios e falsas paixões
Mas nunca foi este o meu ensejo
E vi assim uma trinca no espelho....
Pois me beijaram a boca e eu virei poeta
Arranhei minha vida e o meu corpo
Deixando ferimentos e cicatrizes
Meu escrever as vezes causando vertigens
E tudo isso, eu digo, veio pra ficar,
Mas meu medo maior é o espelho se quebrar...
Gilson Costa
Beijo que selou minha alma, cálido , profundo
Trazendo meus verbos para o mundo,
Assim escrevo os meus rabiscos
Tornando sentimentos em tortos riscos
E me encontro com eles quando os vejo
Leio, reflito e vejo parte do meu espelho...
Pois me beijaram a boca e eu virei poeta
Jogando minhas letras pelo universo,
O amor nem sempre estando por perto
Seguia encantando alma e corações
Despertando ódios e falsas paixões
Mas nunca foi este o meu ensejo
E vi assim uma trinca no espelho....
Pois me beijaram a boca e eu virei poeta
Arranhei minha vida e o meu corpo
Deixando ferimentos e cicatrizes
Meu escrever as vezes causando vertigens
E tudo isso, eu digo, veio pra ficar,
Mas meu medo maior é o espelho se quebrar...
Gilson Costa
CANÇÃO PARA UMA VALSA LENTA
"Minha vida não foi um romance...
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amas, não digas, que morro
De surpresa... de encanto... de medo...
Minha vida não foi um romance,
Minha vida passou por passar.
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.
Minha vida não foi um romance...
Pobre vida... passou sem enredo...
Glória a ti que me enches a vida
De surpresa, de encanto, de medo!
Minha vida não foi um romance...
Ai de mim... já se ia acabar!
Pobre vida que toda depende
De um sorriso... de um gesto... um olhar..."
Mário Quintana
Em "Antologia Poética" - Coleção Prestígio, Ed. Ediouro, 1995SEGUEM AS HOMENAGENS À QUINTANAPELO SEU CENTANÁRIO,COMPLETADOS EM30 de julho de 2006
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amas, não digas, que morro
De surpresa... de encanto... de medo...
Minha vida não foi um romance,
Minha vida passou por passar.
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.
Minha vida não foi um romance...
Pobre vida... passou sem enredo...
Glória a ti que me enches a vida
De surpresa, de encanto, de medo!
Minha vida não foi um romance...
Ai de mim... já se ia acabar!
Pobre vida que toda depende
De um sorriso... de um gesto... um olhar..."
Mário Quintana
Em "Antologia Poética" - Coleção Prestígio, Ed. Ediouro, 1995SEGUEM AS HOMENAGENS À QUINTANAPELO SEU CENTANÁRIO,COMPLETADOS EM30 de julho de 2006
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